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Sábado, 5 de Julho de 2008

Cuidado: a fonte do D-Link DI-524 mudou!

Se você está acostumado com o fato da fonte do roteador wireless DI-524 ser de 7.5V x 1.5A (11,25W) se ligue: Os aparelhos novos estão vindo com uma fonte de 5V x 1.2A (6W).

Eu notei isso hoje. Ao instalar o roteador recém-comprado por uma cliente na Nagem de Recife eu estranhei a fonte, que tinha metade do tamanho da fonte que eu conhecia. Olhei no aparelho e na fonte e os dois tinham a nova especificação gravada.

Por um lado, isso é bom, porque o roteador consome agora metade do que os antigos consomem, o que dá uma redução de uns R$2 por mês na conta de energia para uma operação 24H. Por outro, é estranho, pois de onde vem a redução do consumo? Redução da potência de irradiação (que já não impressionava) ou completa mudança do projeto interno?

E por que o mesmo modelo? Só a troca da fonte para mim já justificaria a designação mudar para DI-524A, ou algo assim.

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Extraí o BIOS original do FIC Conectado

Finalmente estou com o equipamento completo para leitura e gravação de chips de BIOS do tipo "Firmware Hub" (FWH - o tipo usado no FIC). E disponibilizei o BIOS original de um dos meus aparelhos no fórum.

Antes que alguém pergunte, a única utilidade para esse firmware que eu conheço é reverter o desbloqueio, caso necessário.

A propósito, o usuário andregc comprovou que é possível colocar 512MB de RAM no FIC e explica como configurar na mesma página do fórum, logo acima do meu post.

06/07/08: O usuário andregc "surtou", assumiu ser um leecher e apagou todos os seus posts do fórum.

Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

O exagerado "driver" da webcam Genius EYE 110

Um amigo comprou para mim baratinho (obrigado!) uma webcam dessas. Eu já sabia pelo preço que não deveria esperar boa imagem, mas a minha intenção era apenas ter uma webcam USB barata na minha bolsa de ferramentas, para testar a instalação Skype dos clientes.

A imagem realmente não é das melhores, mas eu tive uma surpresa desagradável com o "driver". Eu cliquei no botão rotulado "driver" do autorun do CD e ignorei as outras aplicações disponíveis, mas mesmo assim a Genius instalou pelo menos 329MB no HDD :O

E mais: quando conectei a câmera parecia até que eu estava instalando um sistema de captura profissional, tamanha a quantidade de drivers (não assinados) cuja instalação precisei confirmar. Foram pelo menos uns seis.

A Genius parecia estar achando que o exemplo da HP, com seus drivers imensos, é um bom exemplo a seguir.

Eu vasculhei o CD e não encontrei o driver separado. O programa que o instalava tinha 337MB.

Isso "matava" a câmera para a minha aplicação. De jeito nenhum eu vou instalar 329MB e mais meia dúzia de drivers desnecessários na máquina de um cliente apenas para fazer um teste de câmera (sem contar com o tempo que isso leva). Por sorte, apesar das aparências a Genius não é como a HP e nós temos uma opção. Procurando no site eu consegui o instalador apenas do driver, com bem mais razoáveis 6MB.

Página do driver da Genius EYE 110

Instalei apenas esse driver em outro PC e conectei a câmera. Funcionou do mesmo jeito (para o que me interessava), incluindo o botão de snaphots. E não tive que dar OK para nenhum driver.

De 6MB para 329MB...

Sábado, 17 de Maio de 2008

Gigabyte GA-8VM800M - Informações diversas

Testes com a placa montada no Brasil, para socket 478.




  • A versão do BIOS informada pela placa é "F5 DB", mas a versão mais recente disponível no site da Gigabyte internacional é a F2. Só existe versão F5 disponível para o modelo 8VM800M-RZ;
  • O chip do BIOS é um PLCC32 AMIC A29040BL soldado na placa;
  • Inicialmente, não parece existir opção para definir o tamanho da memória de vídeo compartilhada, que é sempre 64MB. Mas por acaso eu esbarrei nesta página do ForumPCs onde um usuário revela que basta teclar CTRL + SHIFT + F1 dentro do menu do Setup para aparecerem diversas outras opções, entre elas o tamanho da "shared memory". E funciona mesmo;
  • Dá boot por pendrive como se fosse um HDD (aparece como drive C:);
  • A placa é muito fresca com cabos IDE. Nem todo cabo serve, mesmo os básicos de 40 vias. Gavetas, então, não funcionam mesmo. Mas pode ser um defeito desta placa que testei.
Tentei usar o AWDFlash para fazer o backup e disponilbilizar a versão F5 DB aqui. Eu só usei a opção de backup do AWDFlash, que resultou em um arquivo de apenas 128KB (deveria ser de 512KB). E por algum motivo, a operação corrompeu o BIOS da GA-8VM800M.

Agora a placa só faz um ruído semelhante ao de falta de placa de vídeo (quando a placa de diagnóstico TECHAid está exibindo "OD"), seguido por dois tons graves (quando a TECHAid está exibindo "FF"). E não dá nem imagem. :(

Vai dar trabalho mas eu vou poder recuperar. E infelizmente só poderei instalar a versão F2 do BIOS.

Alguém sabe onde encontrar a versão F5 DB em arquivo?

Alguém de Recife tem uma placa dessas com defeito para me emprestar para que eu possa extrair o BIOS?

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Driver do Yanco 3D Scanner Pro

Eu coloquei esse driver online em setembro de 2007, para atender um pedido específico de uma pessoa que viu esta página do meu site. Mas como esqueci de anunciar aqui no blog, nem está aparecendo no Google. Só baixou quem esbarrou nele.

Driver do Yanco 3D Scanner Pro

Para Windows 95 e 3.11. Não me perguntem onde conseguir para outros sistemas, porque eu não faço a menor idéia. O scanner requer uma placa ISA proprietária que usa um chip E-LUX UFO-3IIF REV:A.

Inscrições na placa:

E-SCAN 3RI REV:2.0
FCC ID: NGUE-SCAN-I3
P/N:QPCB000002J20

3I19708003659

O cabo que liga o scanner à placa é um cabo simples 1:1 de 25 vias do tipo usado em chaveadores de impressora paralela. A alimentação do scanner vai pelo mesmo cabo que os dados.

Em 1996 esse scanner impressionava pela qualidade com que tirava "fotos" de alta resolução de objetos. Eu estou tentando colocar o meu para funcionar para ver como ele se compara com fotos de uma câmera moderna, mas a necessidade de usar Windows 95 (nem mesmo Windows 98 serve) está atrapalhando um bocado.

A propósito, quem me pediu o driver estava tentando colocar o scanner para funcionar em uma escola de uma cidade pobre do interior. Só estou mencionando isso como lembrete para os que quando pensam em equipamento velho já saem dizendo "joga isso fora!".

Domingo, 4 de Maio de 2008

Driver Realtek RTL8139D - VendorID 1904

Eu estava já há algum tempo com duas placas de rede baseadas em chip Realtek RTL8139D aqui que não conseguia instalar. Hoje decidi resolver isso e coloquei no XP para testar. Ambas acusavam "dispositivo desconhecido" e nenhum dos meus drivers habituais servia.

Eu cheguei a desconfiar de defeito, porque as placas deveriam aparecer pelo menos como "network adapter", mas continuei tentando. Para testar, coloquei uma outra placa Realtek que tinha aqui, baseada em chip RTL8139C, e esta foi reconhecida imediatamente pelo XP.

Eu sabia que a diferença poderia estar no VendorID das placas problemáticas, por isso dei uma pausa durante o boot para checar:




VendorId: 1904, DeviceId: 8139 e ClassId: 0200

O VendorId "habitual" de placas baseadas em chip Realtek é 10EC. Isso explica porque o Windows não estava achando o driver, embora não explique o porquê do "dispositivo desconhecido" já que pela classe (0200) o Windows deveria reconhecê-la como um dispositivo de rede, assim como fez o BIOS. A mesma placa em outro PC é reconhecida corretamente pelo Windows como "Controlador Ethernet".

Acabei encontrando o driver certo no Blog do Elton.

É importante frisar aqui que apesar do que dizem, a placa com VendorId 1904 não tem nada de "falsa". Simplesmente ocorreu do fabricante decidir colocar seu próprio VendorId na EEPROM em vez de usar o VendorId da Realtek (10EC). É importante também salientar que a Realtek é uma fábrica de chips e não fabrica placas de rede, portanto não existe uma placa de rede Realtek "verdadeira" e muito menos uma "falsa".

Editado: Não é a placa que é falsa. É o chip! Leia o comentário de Juan Paul.

Coloquei o driver e funcionou na hora. Se você tiver uma placa Realtek cujo VendorId não seja 1904, este driver óbviamente não vai servir.

05/05/08: Encontrei o meu CD com o driver. Como o driver no blog do Elton está em provedores gratuitos e pode desaparecer, decidi hospedar uma cópia própria aqui.

Sábado, 3 de Maio de 2008

Diferenciando PC66, PC100 e PC133

Robert Munafo compilou uma pequena lista, baseada nos chips usados.

08/05/08: Gabriel Torres também explica como diferenciar de uma forma mais genérica.

Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Motherboard Fastfame 8VTAA

Essa placa foi distribuída no Brasil pela TRONI por volta de 2002, mas como tanto a TRONI quanto o fabricante parecem ter fechado as portas, toda informação oficial sumiu.

Como é a segunda vez que procuro o manual dessa placa no Google e só o que consigo achar é mais gente atrás dele, procurei nos meus arquivos a minha cópia, que se não me engano eu baixei do site da Troni antes deste fechar.

Manual da Fastfame 8VTAA em português

Eu tenho o CD de drivers da placa arquivado. Não vou colocar online porque são 309MB e tem muita coisa sem relação com a 8VTAA. Como a 8VTAA é uma placa "off" com apenas som onboard, não creio que seja realmente necessário.

Eu honestamente não sei a diferença entre a 8VTAA e a 8VTAA+. Eu tenho três, que até onde sei são 8VTAA+. E segundo o que é dito aqui, o firmware é exatamente o mesmo para ambas.

Essa placa aparentemente tem dois problemas de fábrica:

  • Capacitores estufados - Já vi umas cinco assim;
  • Liga sozinha, a qualquer hora ou imediatamente ao ligar o estabilizador - Tenho uma com esse problema, que já deu susto na minha irmã, que acordou de madrugada e o PC estava aceso);

Outros links interessantes:

Editado:

Eu testei com o BIOS da K7VTA-Pro, versão 2BA1, que não é a versão mais nova, mas é a mais nova que me interessava, pelo seguinte:
  • Fixed ACPI IO error under WinXP;
  • Support USB boot;
  • Support above 137G HDD.
Inicialmente eu tentei instalar usando o programa Winflash, por pura preguiça de fazer um disquete de boot com o awdflash. Não foi realmente uma surpresa quando a coisa deu errado e acabei com o BIOS apagado. Ao reiniciar, a 8VTAA+ ficou exibindo uma mensagem pedindo o disquete com o firmware (o bootblock do BIOS entrou em ação):



Mas por uma infeliz coincidência o botão RESET do gabinete deu defeito justo nessa hora, ficando preso. Eu fui levado a crer que o BIOS tinha morrido de vez, sem entender o motivo, e fui providenciar um gravador de EEPROM para corrigir a besteira que tinha feito.

Gravei o BIOS da Soyo no chip da 8VTAA+ sem problemas. Ao ligar a 8VTAA+ (depois de descobrir que o botão de reset estava preso) já exibiu o logo da SOYO. Testei o boot pela USB, que não funcionava de jeito nenhum na 8VTAA+, e funcionou na primeira tentativa, bastando selecionar USB-HDD como primeiro dispositivo de boot.

Entrei no Windows XP. Nenhum erro. Tudo como deveria ser.

Eu estava com os seguintes problemas nesta placa antes do upgrade:
  • Boot por USB não funcionava de jeito nenhum, apesar do setup indicar essa opção - Resolvido;
  • Slot PCI4 aparentemente defeituoso, pois era o único onde a placa de diagnóstico não funcionava - Parece OK agora;
  • Slot ISA aparentemente defeituoso - a testar;
  • Porta paralela parou de funcionar - Testei com minha HP laserjet 1100 e parece OK;
  • Ligando sozinha - O problema continua;
Com o BIOS original v2.50 a identificação no rodapé é a seguinte:
11/21/2001-8363-686B-6A6LMFGAC-00

Com o BIOS Soyo, passa a ser:
09/09/2002-8363-686B-6A6LMS2AC-00

O novo BIOS reconheceu meu Athlon XP 2400+ sem dificuldade.

À medida que os testes progredirem, atualizarei este post. No momento, transformar a 8VTAA+ numa K7VTA-pro está parecendo um ótimo negócio.

Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Ainda mais modems ADSL

Já faz bastante tempo que não atualizo minha página de modems ADSL. A frustração de ter perdido dezenas de fotos de pelo menos três modems na catástrofe de dezembro me fez "dar um tempo".

Hoje eu comecei a retomar o trabalho nela e incluí três modems:

  • Speedstream 4200
  • D-Link DSL-500G
  • Speedtouch 510 v6
Ainda não fotografei de novo (fica para a próxima):
  • 3Com HomeConnect;
  • 3Com OfficeConnect;

Quinta-feira, 27 de Março de 2008

O teclado flexível de silicone da Multilaser



Um cliente me presenteou com o dele, porque achou péssimo.

Existem dois modelos: 901 e 902. O primeiro é completo, com teclado numérico. E foi o que ganhei. O teclado é compatível com a especificação USB-HID, por isso nem precisa de drivers quando usado no Windows XP, assim como qualquer teclado USB comum.

O perfil finíssimo dá um toque bem elegante e você nunca vai ter problemas com sujeira (incluindo fios de cabelo) se acumulando entre as teclas, mas quem estiver pensando em comprar um teclado desses para substituir o teclado que usa para digitar no dia a dia vai se arrepender, porque simplesmente não dá para fazer qualquer "digitação" nessa coisa.

O problema é mecânico. As bolhas de silicone que afastam as teclas dos contatos não tem a firmeza necessária para fazer com que a tecla desça uniformemente, assim dependendo de onde bater o seu dedo, pode haver ou não o acionamento da tecla. O problema é pior nas teclas grandes (shift, caps, enter e, principalmente, space), mas pode acontecer com qualquer uma das teclas.

O produto não é um desperdício de dinheiro, desde que seja comprado com a aplicação certa em mente. Eu já tive que montar dois sistemas industriais em ambientes pra lá de sujos onde um teclado desses colado na porta do painel ajudaria bastante na interface com o operador. Operadores de máquinas geralmente só precisam escolher opções e/ou digitar valores, assim usam o teclado uma vez a cada x minutos para apertar meia dúzia de teclas. Nessa aplicação, a resistência do teclado a sujeira e líquidos é bem mais importante que sua precisão.

No meu caso, como hoje trabalho com manutenção, o teclado tem seus atrativos:
  • É USB mas vem com adaptador PS2. É sempre bom ter as duas opções de interface à mão;
  • Ocupa pouco espaço na bolsa extra de peças que tenho no carro.
Mas mesmo na minha aplicação ainda há um inconveniente: muitas vezes precisamos usar o teclado quando estamos de pé, e um teclado flexível precisa de algum apoio.

Fiquei pensando se não não daria para usá-lo em um carputer. Sem o apoio teríamos que usá-lo "nas coxas" (literalmente), o que só complicaria sua precisão. É usável, entretanto, e de preferência deveria ser o modelo 902, por ser menor e (presumivelmente) ocupar ainda menos espaço quando enrolado. O modelo 901 fica enorme por causa do espaço destinado ao circuito (pegue um teclado normal e acrescente seis centímetros). Aliás, esse é outro problema para quem já tem pouco espaço sobre a mesa.

Também seria interessante (mas não muito) para ser usado em conjunto com qualquer smartphone ou PDA que suportasse um teclado compatível com a especificação USB-HID. Eu não conheço nenhum, mas não é improvável que existam.

Terça-feira, 4 de Março de 2008

Comprei o FIC Conectado

Ainda não recebi. Deve chegar em cinco dias úteis. Foi dica do leitor José Carlos, do RJ.





Aproveitando a violenta queda no preço, de R$500 para R$99 (foi lançado por R$800 e o Jacotei tem um interessante gráfico da evolução do preço dele), comprei algumas unidades do "computador para acesso à internet" da FIC. Não sei se vai servir como computador mesmo, porque eu já estou ciente de que apesar do bicho ser baseado em Windows CE 5.0 e ter um HDD de 10GB, existe uma trava no BIOS que impede a instalação de qualquer software extra, incluindo drivers, ou qualquer outro sistema operacional. Ou seja: se atender do jeito que sai da fábrica, ótimo. Se não atender, desmonte e aproveite as peças :)

Por R$ 500 eu jamais compraria, mas por R$99 eu decidi arriscar pelo seguinte:
  • Um depoimento no Submarino afirma que pelo menos o bicho serviu como MP3 player de 10GB para o carro :)
  • O aparelho tem um HDD de 10GB IDE comum que pode ser aproveitado. Vou atribuir um valor de R$ 30 por ele;
  • O pacote oferecido pelo Submarino inclui um pen drive, que provavelmente é de uma capacidade ridiculamente pequena (estou supondo uns 16MB). Às vezes isso é tudo de que você precisa numa determinada aplicação, como dar boot em um roteador Linux. Eu chuto uns R$10 por ele, que ainda é muito se comparado com os R$36 que custa um pen drive de 1GB hoje, mas que seja;
  • Já vem com teclado e mouse. Chuto uns R$20 nos dois;
  • Os R$128MB de memória DDR são soquetados. Não consegui saber ainda se são de algum tipo padrão usado em notebook. Se for, também é algo que pode ser aproveitado. Não vou atribuir um valor ainda;
  • A julgar por esta imagem, a fonte é de 12V x 2.5A. Bem por baixo, deve valer uns R$20.
No final, se o bicho não prestar mesmo eu vou ter perdido no máximo R$99 - (30 +20 + 20 +10 ) = R$19. E comprei em 12x "sem juros", então não é algo que vá me fazer perder o sono.

O aparelho já tem um modem de 56K embutido e não tem conexão de rede. Ainda assim é possível usar banda larga com ele desde que você adquira um adaptador USB-Ethernet suportado. A única pista que tenho é que os adaptadores baseados em chip Realtek RT8150L como este aqui, funcionam. Infelizmente o preço cobrado pelo acessório pelo único vendedor que o tem (R$115) ainda está muito salgado, se comparado com o preço de um adaptador "genérico" (R$32).

O site da FIC do Brasil tinha uma lista em PDF com todos os dispositivos sabidamente suportados, incluindo impressoras e pen drives, mas o site parece fora do ar no momento por isso não posso dar o link exato agora, mas se não voltar eu coloco a minha cópia online.

O nome desse tipo de aparelho no exterior é "AMD PIC". Você pode ver fotos do bicho por dentro e outras informações interessantes aqui (é a página mais esclarecedora que encontrei, seguida de longe por esta página). Já existe uma versão do AMD PIC chamada de "decTop" que não tem o BIOS travado e pode rodar Linux. Eu tenho esperança de que um dia alguém descubra como copiar o BIOS do decTop para o FIC Conectado. E certamente é uma das coisas que vou investigar.

[14/03/2008] Eu recebi hoje minhas unidades e continuo falando sobre o aparelho no fórum.

Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007

Enooorme burrada!

Há 10 dias, um erro de interpretação do funcionamento do Symantec Ghost me fez perder 40GB e vários meses de trabalho.

Eu precisei copiar o conteúdo do meu HDD principal para um outro HDD para fazer uma experiência:

  • HDD fonte: Samsung IDE 40GB com duas partições
  • HDD destino: Seagate IDE 40GB com uma partição

O HDD fonte estava ligado como master na controladora primária e liguei o destino como master na secundária. Como precaução costumeira eu removi todos os outros HDDs da máquina para evitar identificação incorreta.

Ao iniciar o Ghost via DOS, não dava para saber quem era quem porque ambos apareciam como HDDs de 40GB, por isso escolhi o HDD 1 como fonte e o HDD 2 como destino. Mas ao exibir as informações do destino, antes de iniciar a cópia, o Ghost me mostrou duas partições. Até então, por pura falta de atenção e por ter usado o Ghost muito pouco e apenas para copiar partições únicas, eu supunha que a janela "HDD Destino" mostrava a situação corrente do HDD, para que você tivesse certeza de que não estava apagando o HDD errado. Como descobri depois ao investigar o que havia dado errado, a janela "HDD Destino" mostra como o HDD vai ficar, depois da operação.

Eu assumi que o Ghost estava apenas numerando os HDDs ao contrário e me baseei na informação de particionamento para determinar qual era a ordem correta. Inverti a seleção e iniciei a cópia.

Lá pela metade do processo, uns 8 minutos depois, percebi que havia algo errado porque o Ghost me mostrava arquivos que não deveriam estar no meu HDD fonte, mas estavam no HDD que deveria ser o destino. Mas achei que já era tarde para fazer qualquer coisa. Deixei o processo terminar e testei: O Ghost fez a cópia no sentido inverso do que eu desejava.

Eu rodei o GetDatack e ainda foi possível recuperar algumas coisas importantes, porque o conteúdo do HDD errado era menor que o do meu HDD, mas muito trabalho foi definitivamente perdido. Se eu tivesse cancelado o processo no momento que notei o problema, poderia ter recuperado mais.

O que estava no HDD sobreescrito (em vermelho, o que vai fazer mais falta):
  • Minha instalação principal do XP, que já refiz quase completamente;
  • Todas as personalizações do Google Earth (tinha backup total);
  • Todas as informações do meu Treo650 (backup total no próprio Treo);
  • Duas ou três semanas de downloads;
  • Um ano de bookmarks do Firefox (recuperado com o GetDataback);
  • Três meses de trabalho no Delphi (eu tinha backup até 12/09);
  • Seis meses de fotografias, incluindo todas as fotos de modems ADSL (uns quatro) não publicadas, fotos internas do DivX player Stracta SE120, fotos do harware de minha conexão wireless, incluindo fotos das antenas do meu provedor (sem backup);
  • Vários meses de anotações (recuperei algumas coisas com o GetDataback);
  • Algumas páginas do site que estavam em rascunho, com as respectivas imagens (eu tinha backup até 10/11 e recuperei algumas coisas com o GetDataback);
  • Cerca de 10GB de software arquivado. Downloads, cópias de CDs de revistas, etc;
  • 1GB de ThinExes (eu tinha backup de quase todos);

Com a perda da minha pasta Delphi, perdi os seguintes códigos-fonte:
  • DictSync;
  • Um software de mudança do MAC address que eu estava preparando, incluindo o "macete" para se resetar uma conexão de rede automaticamente;
  • Um software para download de trailers da Apple que estava em teste;
  • Todo o trabalho que eu vinha fazendo nos últimos dias para a nova versão corrigida do GetClip (lamento, 1N73RC3P70R, mas agora vai demorar mesmo...)
Eu ainda não confirmei se minhas últimas mudanças no MTK Patcher estavam no backup. Pela data, sim. Eu estou torcendo, porque chegar ao ponto onde eu estava novamente pode custar semanas de dedicação exclusiva;

Mesmo que o problema com o Ghost não tivesse ocorrido, diversos outros problemas poderiam ter me feito perder esses dados todos. O mais incômodo foi perceber que meu último backup de fotos tinha sido feito há seis meses e que eu tive várias oportunidades de fazer backup de meus bookmarks mas não fiz. Certamente meu procedimento de backup tem diversas falhas sérias que precisam ser corrigidas.

Mas ainda bem, ainda bem, que não foi o HDD de um cliente.

Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Teste seu monitor CRT


Com o Nokia Monitor Test, você pode checar se seu monitor CRT (o tradicional) está funcionando bem ou o que especificamente está errado quando você nota que tem algo errado, mas não sabe dizer o que é.

Com ele você pode testar facilmente (entre outras coisas):

  • Convergência - A imagem em um monitor CRT é formada por três canhões de elétrons (vermelho, verde e azul) que varrem a tela. Esses canhões precisam estar perfeitamente alinhados, para não comprometer a definição da imagem. O programa exibe padrões de grade que permitem que você note se algum dos canhões está deslocado.
  • Pureza de cor - Em um monitor de boa qualidade, uma tela verde é uma "placa" de um verde continuo, sem variações ou manchas.

O programa é destinado a monitores CRT porque a maioria dos testes (se não todos) não faz sentido em outras tecnologias. Monitores LCD, por exemplo, não podem ter problemas de convergência ou de pureza.

O único problema que tive com o programa é funcionar apenas no monitor principal. Se você estiver no modo multi-monitor e quiser testar o secundário, precisa fazê-lo ser o primário.

Se você testar o programa e não estiver entendendo algum teste, me avise. Eu pretendo fazer um tutorial, mas isso pode demorar. Para você ter uma idéia, este texto estava em rascunho desde setembro do ano passado porque eu pretendia publicar junto com o tutorial, que nunca tive tempo de fazer.

Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Dell - É muito melhor fazer o upgrade em casa

O comentário de Thiago em meu post anterior me lembrou de algo que eu deveria ter comentado há muito tempo. Quando orçei o dektop Dell de meu amigo, percebemos que para trocar o módulo de RAM de 256MB por 512MB a Dell cobrava cerca de R$ 350, o dobro do que custava um módulo aqui em Recife na época. E também que para trocar o drive de DVDROM incluso por um gravador de DVDs, isso também custaria R$ 350.

Note o "trocar". É muito importante notar isso.

Na época, eu quebrei a cara, porque comprei certo de que ia pagar R$100 por um gravador IDE mas não sabia que esse modelo da Dell não tinha nenhuma porta IDE. E como gravadores SATA eram novidade no início deste ano, comprar um por fora ia custar mais ou mesmo a mesma coisa, mas sem devolver o leitor da Dell.

Inconformado com o preço, eu deixei um gravador de DVDs LG IDE (na gaveta USB) com meu amigo e meses mais tarde comprei um gravador de DVDs LG SATA para ele por R$118 e ainda fiquei com o leitor dele.

A favor da Dell: Eles não colocam selo de garantia no gabinete. Assim você fica livre para comprar peças extras onde quiser.

Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Motherboards com escolha do MAC no setup

Eu ainda não tinha visto nenhuma, talvez porque antes isso nunca havia me interessado, mas anteontem ao montar um computador novo para um cliente com uma placa mãe ECS GeForce 6100SM-M, vi no setup do BIOS a opção de definir o endereço MAC do adaptador de rede onboard.

Mas em certos casos pode continuar sendo interessante mesmo assim fazer no Windows, já que não requer reiniciar o computador.

Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Mais modems ADSL

Eu acabo de incluir na minha página de modems ADSL fotos e informações de hardware dos seguintes modems:

  • D-Link DSL-500B;
  • D-Link DSL-500T;
  • Efficient Networks Speedstream 5200 E240

Já tenhos as fotos, mas serão incluídos outro dia:

  • 3Com HomeConnect;
  • 3Com OfficeConnect;
  • Speedstream 4200;
  • Speedtouch 510 v6

Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Nova página: Modems ADSL

Eu comecei isso há semanas e finalmente coloquei no ar. Nesta página eu pretendo mostrar modems ADSL por dentro e fazer alguns comentários técnicos.

No momento o que vocês vão achar mais interessante é o que descobri a respeito do Huawei MT800 verde.

Sábado, 13 de Outubro de 2007

Comparando velocidades de CPUs com o WinAVI

Para entender por que estou fazendo isto, é preciso ler meu post anterior.

Para os testes eu usei o software WinAVI Video Converter para converter um XviD de 349MB (41 minutos) em DVD, usando as opções padrão do programa. Eu escolhi o WinAVI por ser rápido, ter um resultado de boa qualidade e não requerer instalação, o que era muito importante já que eu pretendia fazer esse teste em várias máquinas minhas, de amigos e de outros clientes (após finalizar o meu atendimento e com permissão, é claro).

Nota: O WinAVI tem um instalador, mas o "truque" para não precisar instalá-lo é levar com você apenas a pasta instalada pelo programa. O WinAVI.exe apenas vai pedir o número de série ao ser executado pela primeira vez, onde quer que você o copie. Eu óbviamente não iria instalar uma monstruosidade como o Studio no PC de quem não tem nada a ver com isso.

Resultados até agora:

  • Sempron 2300+ 26 minutos <- Meu PC principal (o pior de todos)
  • HDD IDE 160GB-7200RPM SP1604N
  • 1GB de RAM MSI MS-7021
  • Windows XP SP2
  • Sempron 2400+ 23 minutos
  • HDD IDE 40GB-7200RPM SP0411N
  • 512MB de RAM
  • MECER XP-K7VM333-MB
  • Windows XP SP2
  • Athlon XP 2200+ 20 minutos <- este é o PC do cliente
  • HDD IDE 160GB-7200RPM SP1604N
  • 756MB de RAM
  • ASROCK K7S8XE
  • Windows XP SP2
  • P4 2.4 20 minutos <- Meu PC auxiliar
  • HDD IDE 80GB-7200RPM SP0802N
  • 512MB de RAM
  • ASUS P4B533-E
  • Windows XP SP2
  • Pentium D 925 12 minutos
  • Pavilion A6030BR
  • 1GB DDR2
  • HDD SATA 250GB
  • Windows Vista Home Basic
  • Celeron D 356 12 minutos
  • Pavilion A6015BR
  • 512MB DDR2
  • HDD IDE 40GB
  • Windows XP SP2

Nota: Nesses testes eu usei o WinAVI versão 7.6. A versão 8.0 é supostamente mais rápida.

Conclusões

  • Basta comprar um kit de motherboard e CPU Celeron D356, que no mercado de Recife custa a partir de R$270 (depende da motherboard), para reduzir o tempo de renderização para perto da metade;
  • Comprar um Pentium D, apesar de ser Dual Core, seria um desperdício de dinheiro e energia elétrica.

Importante: Os tempos variam de acordo com o codec usado no AVI. Se vai fazer sua própria comparação e quer evitar enganos, use sempre o mesmo vídeo. Se o AVI foi criado com o codec MJPEG e bitrate de 16Mbps, por exemplo, o tempo de conversão é cinco vezes maior que o de um episódio de série em XviD.

Pinnacle Studio versus WinAVI - Velocidade

Um de meus clientes grava os exames de seus pacientes em vídeo e gostaria de poder entregar esses exames em DVD a eles ainda durante a consulta. O problema é que o processo, usando o Pinnacle Studio 8.4, demora excessivamente. O tempo de criação de um DVD no Studio, depois que você clicar em Criar Disco, é dividido em duas fases:

  • Renderização: Transformar o seu clipe em um arquivo MPEG compatível com DVD-Video;
  • Compilação - Criar os VOBs usando o MPEG criado na renderização
Em um Athlon XP 2200+ o Studio, no modo rascunho, leva 06m42s para renderizar e 03m22s para compilar, num total de 10 minutos, um vídeo típico do cliente que tem meros 02m59s. Na mesma máquina, o WinAVI Video Converter cria um DVD a partir do mesmo vídeo em 02m30s!

E isso é no modo rascunho. No modo "normal" do Studio 8.4, a renderização leva 12m50s e a compilação leva 03m06s, num total de 16 minutos.

Eu comecei meus testes com a versão 8.4 do programa e depois atualizei com o patch mais recente, para a 8.12. Inicialmente deu a impressão de ter piorado, porque a lógica da divisão entre renderização/compilação mudou, mas o tempo final permaneceu mais ou menos o mesmo.

E a aplicação do meu cliente não requer uma conversão "classe Hollywood" (putz, nem mesmo de uma "classe Embrafilme") logo uma suposta qualidade superior do resultado do Studio não se justifica.

Eu constatei com a ajuda do Google que existem outras pessoas reclamando da lentidão do Studio, quando comparado a outros programas, por isso fiquei com duas opções:

  • Trocar o software - Isso pode ser relativamente barato ou caro, mas exige que o cliente aprenda a usar algo novo (porque provavelmente não vai ser o Studio);
  • Trocar o hardware - Tem um custo mínimo razoávelmente alto porque vai ser necessário trocar motherboard e processador, no mínimo, mas o cliente não muda nada em seu procedimento.

Minha pesquisa sobre a troca do software ainda não está pronta. No próximo post eu falarei sobre minha pesquisa sobre os benefícios da troca do hardware desse cliente.

HP Pavilion a6015br e a6030br - diferenças

Dois de meus clientes compraram esses PCs, por isso pude fazer uma comparação detalhada.

Ambos usam exatamente a mesma motherboard: RC415ST-HM. A HP tem uma página sobre a placa, onde sugere que o fabricante seja a ECS , mas como já era de se esperar a placa não existe no site da ECS. Nos dois modelos tudo é integrado na motherboard, exceto o modem. Daí não existem diferenças de vídeo/rede/áudio entre os dois.

As fontes são diferentes. Ambas são fabricadas pela HIPRO, mas o 6015 usa o modelo HP-D2537F3R e o 6030 usa o modelo HP-D3057F3R. Eu suponho que o consumo mais elevado do Pentium D tenha algo a ver com isso.

O gabinete é essencialmente o mesmo. Os dois modelos vem com um lacre que dá a impressão que este não pode ser aberto, mas basta ler o que está escrito para ver que não é o caso:

Pode abrir seu PC HP que você não perde a garantia dos itens originais de fábrica! Esta etiqueta apenas garante que ninguém abriu seu PC antes de você!

Demais diferenças:

  • Celeron D 356 / Pentium D 925
  • drive de disquete / leitor de cartões.
  • HDD SATA de 160GB / HDD SATA 250GB.
  • 512MB DDR2 / 1GB DDR2
  • Windows Vista Starter / Windows Vista Home Basic


Desempenho:

Para as coisas que eu faço e que meus clientes fazem não existe diferença de desempenho entre o Celeron e o Pentium D, apesar deste ser Dual Core. Por exemplo, no meu teste de conversão de AVI para DVD usando o WinAVI (falarei sobre isso depois), ambos levaram cerca de 12 minutos para converter um AVI de 350MB. Talvez haja alguma diferença na responsividade do PC durante o processo, mas não verifiquei isso porque deixei ambos em paz durante a conversão.